Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

O Meu Clube É a Seleção!

Os pensamentos de uma simples adepta da Seleção Nacional, que não percebe assim tanto de futebol mas que é completamente maluca pela Equipa de Todos Nós.

Jogos do passado e do futuro


Amanhã a Selecção disputará um jogo particular em Tallin, frente à Estónia. Parece que é para celebrar o centenário do primeiro jogo da selecção esto... da Estónia (como é que a gente chama os nativos da Estónia?). São mais antigos do que nós... Visto que Carlos Queirós dispensou muitos dos titulares habituais, suponho que o Professor queira testar os outros jogadores. Tendo isto em conta, vejo o jogo mas não me preocupo muito com o resultado. A minha tensão arterial já se eleva o suficiente com os jogos oficiais...


Parece que na Estónia estão dez graus centígrados e que nesta altura do ano, o sol põem-se depois das dez da "noite" e nasce às quatro da madrugada. Custa-me imaginar viver num país assim, em que há alturas no Inverno em que só temos sol durante umas horas e no Verão, quase não há noite para ninguém. E que têm temperatura de 10ºC em Junho, prestes a começar o Verão - nem quero imaginar o Inverno! Eu já mal aguento os nossos Invernos... Gostava era de viver na Califórnia, em Los Angeles, onde parece que o pessoal tem temperaturas de Primavera o ano todo...


O nosso último jogo contra a Estónia foi há quatro anos, de apuramento para o Mundial 2006. Lembro-me que o Cristiano Ronaldo marcou o único golo e durante os festejos pôs o indicador à frente dos lábios, como se dissesse "Chiu!". Essa nunca percebi, mas... Lembro-me também que o estádio tinha um defeito qualquer e os jogadores eram encandeados pelo sol. Pergunto-me se o estádio em que a gente vai jogar amanhã é o mesmo e se ainda tem o mesmo defeito...


Mas o primeiro jogo contra a Estónia dessa fase de qualificação, em Leiria, é que foi emocionante. Lembro-me que estivémos empatados a zero até para aí aos setenta e cinco minutos mas depois enfiámos quatro golos em pouco mais de quinze minutos e, pronto, ficou salvo o dia.


Há quanto tempo não temos jogos assim, recheados de golos a nosso favor? Não, o das Ilhas Faroé não conta...


É engraçado, vamos ter um jogo da Selecção no dia 10 de Junho, no dia de Camões e de Portugal. Já tivémos dois jogos neste dia, por acaso em anos seguidos: frente à Polónia, no Mundial 2002, e um particular frente à Bolívia, em 2003. Do primeiro, certamente toda a gente se lembra, foi o único que se aproveitou do Mundial da Coreia do Sul. O Pauleta marcou três dos golos e o Rui Costa marcou o último. Lembro-me vagamente que o Rui Costa acabara de entrar para substituir o João Pinto e que, nos dias seguintes, o sportingista na altura reclamou por isso. Por ironia do destino, no jogo seguinte deu-se aquele triste episódio do murro no árbitro e o João Pinto não voltou a pôr os pés na Selecção...


Do segundo jogo, frente à Bolívia, não me lembro quase nada. Na altura eu ainda não ligava muito à Selecção, bastante menos do que ligo hoje. Sei que ganhámos por 4-0. O mesmo resultado com que ganhámos da outra vez em que jogámos no 10 de Junho, se bem que as circustâncias fossem bastante diferentes. E como não há duas sem três, pode ser que amanhã também ganhemos por 4-0...


Só há uma maneira de o saber. O jogo é transmitido pela TVI (pfff!) amanhã às 19h30.


P.S. Acabo se saber que o nosso ex-mister Luiz Felipe Scolari vai treinar o Bundyodkor, líder do campeonato do Uzbequistão. Não vou comentar, excepto para me perguntar como é que ele se desenrascará com a língua que eles farlarem. Já se viu grego com o inglês... Mas, eventuais ressentimentos à parte, eu desejo-lhe felicidades.

Portugal 2 Albânia 1 - Aleluia!

Uma gravidez mais tarde lá conseguimos, finalmente, ganhar um jogo nesta fase de qualificação. Foi uma vitória a saca-rolhas mas foi uma vitória, caramba! Por dois golos de Hugo Almeida e Bruno Alves contra o único golo albanês, marcado por Erjon Bogdani.


Até aos 93 minutos, foi um jogo parecidíssimo com os últimos jogos de qualificação, exceptuando os golos. Os marmanjos ali às voltas com a bola mas sem fazerem nada de jeito, sem jogarem grande coisa. O ambiente era infernal, o estádio estava cheio de albaneses barulhentos, apoiando a sua selecção. As comunicações deixavam muito a desejar, os comentadores da SIC passaram o jogo a queixarem-se de que não conseguiam ouvir os colegas, consta que os locutores da rádio tiveram de fazer os relatos via telemóvel. Ainda bem que não ligámos do rádio como tencionávamos fazer. Imagino a qualidade da transmissão. Já às vezes é difícil ouvi-los, já que às vezes falam tão depressa...


Os albaneses pareciam determinados a lutar pelo menos pelo empate. Fartaram-se de marcar faltas sobre nós e o guarda-redes demorava sempre séculos a repôr a bola em jogo, irritando solenemente a mim e não só, aposto. O árbitro, esse, estava estranhamente impassível à agressividade exagerada dos albaneses. Não nos marcou dois penálties. Se isto fosse na Liga Portuguesa, com o Sporting, já o Paulo Bento tinha disparado críticas em todas as direcções e um padre qualquer diria que não baptizaria ninguém com o nome Florian... Se o árbitro fosse inglês, eu desconfiaria que ele queria vingar a expulsão da Inglaterra nos quartos-de-final do Euro 2004 e do Mundial 2006, mas ele é alemão... Como foram eles que nos expulsaram do Euro 2008, não estou a ver o que é que ele tem contra nós. Um comentário no site da Record escrito por um tal Carlos Ferreira, dizia que nós estamos a ser prejudicados nesta fase de qualificação, que a FIFA não nos quer ver nas meias-finais do Mundial já que renderíamos menos do que outras selecções, como a Itália, o Brasil ou a Argentina. Eu acho que isso é um bocado paranóico, e só digo um bocado para ser simpática... Além disso, se continuarmos a jogar assim, sinceramente, não precisamos da "ajuda" da FIFA para ficarmos fora das meias finais do Mundial, obrigada.

A verdade é essa, não jogámos bem. Entrámos bem em ambas as partes, na segunda parte até jogámos um pouco melhor do que na primeira, mas não provámos que merecíamos ganhar. Os próprios comentadores diziam, já perto do fim do jogo, que o empate acabava por ser um resultado justo. Isto embora garantissem que o empate não nos deixava de fora da corrida, apesar de tudo o que foi dito ao longo da semana. Nos minutos finais, o meu pai chegou mesmo a dizer que "já não valia a pena", "já não vamos estar no Mundial". Eu queria dizer que não era verdade, que nem tudo estava perdido, mas já nem tinha argumentos para eu continuar a acreditar (significativo...), quanto mais o meu pai... Eu só pensava nos últimos três jogos. Também podíamos ter resolvido nos minutos finais, mas se não resolvemos nessa altura, porque haveríamos de resolver agora? A única coisa positiva era termos finalmente marcado, apesar de nem termos tido dois minutos para celebrar...

Mas tudo isso mudou aos 93 minutos quando o Bruno Alves marcou aquele golo de cabeça. Nem acreditei! Nem me atrevi a gritar golo. Era bom demais para ser verdade! Quando me apercebi que era mesmo golo, desatei aos pulos e a gritar "Aleluia!", mas logo a seguir lembrei-me que o jogo ainda não tinha acabado, que foi no rescaldo de um golo que sofremos um. Só quando o árbitro apitou três vezes é que celebrei o golo e a vitória suada.

Concordo quando dizem que não jogámos como deve ser, que se temos de fazer das tripas coração para ganhar a uma selecção teoricamente bastante mais fraca do que nós, como é que nos desenrascamos com selecções de calibre elevado. Mas eu (e não só, tenho a certeza) já estava farta de ver a Selecção a fazer óptimas exibições sem conseguir ganhar os jogos. É triste, mas é verdade: é preferível jogarmos mal e ganharmos do que jogarmos bem e empatarmos ou perdermos. De certa forma, este jogo serviu para ajustarmos contas com o destino. Há muita gente que não acredita na qualificação, mesmo com esta vitória.

Por outro lado, eu tinha pedido uma razão, uma razão que fosse, para continuar a acreditar e a apoiar a Selecção e obtive-a. A Selecção ensinou-me uma lição: ensinou-me a continuar a acreditar, literalmente, até ao último segundo do tempo de compensação da segunda parte, mesmo quando tudo parece perdido, quando não temos nenhuma razão para continuarmos a acreditar. Pode faltar "identidade própria", "coesão", mas não falta força interior, preserverança, fé na Selecção Nacional. E, como ontem ficou provado, estas coisas podem fazer a diferença entre o empate e a vitória, entre o fim da luta e o renascer da esperança, entre a morte e a sobrevivência do sonho. Tenho a certeza que esta vitória dará mais motivação e esperança aos marmanjos. Pode ser este o ponto de viragem.

O próximo jogo é daqui a três meses, com a Dinamarca. Esta ganhou à Suécia e está cada vez mais sólida no primeiro lugar, cada vez mais perto de garantir um lugar na África do Sul. Temos de a vencer para podermos sonhar com um lugar na fase final. Acho que podemos ganhar. No ano passado jogámos na mesma altura, jogámos bem, podíamos ter ganho, não ganhámos por detalhes e azares. Os marmanjos estarão bem mais frescos do que estiveram ontem, no final de uma época. Pode ser que sim... Eu vou continuar a acreditar. Tenho razões para isso.

Matar ou morrer


Amanhã, a Selecção Portuguesa defronta a Selecção Albanesa em Tirana, a capital da
Albânia. Todos concordam: as únicas opções são ganhar, ganhar ou então ganhar. De outra forma, podemos dizer ao nossos amigos sul-africanos para não aguardarem a nossa chegada daqui a um ano.



É a segunda vez que defrontamos a Albânia nesta fase de qualificação. Já tinhamos jogado contra os albaneses em Braga, no dia 15 de Outubro e as recordações que ficaram não são das mais agradáveis... A bola a não querer entrar mesmo estando os albaneses amputados de um jogador, adeptos assobiando da bancada e o Ronaldo a reclamar com eles, Gilberto Madaíl abandonando a tribuna a seis minutos do final do jogo (alegou necessidades fisiológicas mas há quem não acredite...), jogadores e seleccionador baldando-se às flash-interviews alegando terem-se perdido nos elevadores (nesta acredito menos... como diziam no Record no dia seguinte ao jogo, para além de uma calculadora, aquele pessoal precisava também de um GPS)... Em suma, (mais) um jogo para esquecer.



Mas desta vez, dizem os marmanjos, será diferente. Carlos Queirós, o Professor, está confiante. Diz que na Selecção reina uma "confiança ilimitada". Haja alguém que a tenha porque a minha confiança já viu melhores dias... "Na hora de começar o hino na Albânia, olhem bem os olhos dos nossos jogadores, porque vão ver e vão sentir uma confiança ilimitada e uma vontade extrema de não desiludir os adeptos portugueses", diz o Professor. Ele diz também que não queria estar na pele dos albaneses. Está mesmo confiante o Professor, sim senhor. O pior é que se amanhã nas coisas correrem mal (bato três vezes na madeira), toda a gente vai gozar com ele por causa disto...



Por outro lado, ele é o Seleccionador, ele trabalha há vários anos no mundo do futebol, percebe muito mais disto do que eu e do que muita gente que para aí anda e opina, talvez esta sua confiança, que me parece exagerada, tenha bases sólidas. Espero bem que assim seja, pois já esgotámos todas as oportunidades que tínhamos... E numa coisa eu concordo com o Professor. Também eu não consigo simplesmente colocar a hipótese de ficarmos fora do Mundial, com os jogadores que temos. Simplesmente não faz sentido. Eu não quero ficar a assistir ao Mundial sem que a Selecção esteja lá!



Entretanto, enquanto escrevo estas linhas, a Selecção Nacional está já em Tirana, a preparar o jogo de amanhã. E parece que já se queixaram do relvado do estádio. Espero bem que não estejam já a inventar desculpas...



Enfim, eu vou fazer a minha parte. Vou ver o jogo (amanhã, na SIC, às 19h45 - mas liguem a televisão uns cinco ou dez minutos mais cedo para ver o hino e ver a tal "confiança inabalável e vontade de não desiludir" nos olhos dos marmanjos), usar o meu boné e as minhas meias para dar sorte, acreditar que é possível ultrapassarmos esta fase má e reservarmos bilhetes para a África do Sul. Espero que a Selecção faça a sua parte, que cumpra as promessas que tem feito ao longo desta semana e me dê razões para continuar a apoiá-los como tenho feito toda a minha vida.
Em suma, amanhã é matar ou morrer, pessoal!

Meias

Há cerca de dois anos e dois ou três meses descobri uma loja no centro de Lagos, no Algarve, que vendia produtos alusivos à Selecção Nacional, entre os quais meias. Na altura achei bastante engraçado e original - temos bonés, cachecóis, camisolas, bandeiras e equipamentos oficiais completos da Selecção Nacional. Mas ninguém tem meias com a bandeira nacional. Quanto muito as meias do equipamento oficial mas fora desse conjunto ninguém tem.


Doida como era e (ainda) sou pela Selecção decidi logo que tinha de compar um par.

Havia meias completamente "cobertas" com bandeiras mas eu preferi umas azuis escuras, com uma bandeira de cada lado na zona das canelas. Tinham duas vantagens em relação às outras: por um lado, eram bastante mais discretas. por outro lado, por serem azuis e por ser essa a cor dominante do meu guarda-roupa - não levanta problemas de combinação de cores. Comprei-as por cerca de três euros.

Desde essa altura, tenho usado as meias em dias de jogos da Selecção e sempre que me apetece. Têm sido as minhas meias preferidas. uma vez descobriram na escola e gozaram comigo, mas eu ri-me com eles e não me importei. De resto, a minha paixão pela Selecção já era bem conhecida graças ao meu boné e aos autocolantes do meu dossier, entre outras coisas.

Mas, ultimamente, as meias perderam elasticidade e ganharam buracos. O meu dedo grande fica de fora de uma delas e isso em alguns sapatos é bastante desconfortável. As minhas meias estão velhas, rotas, gastas, quando não há muito tempo estavam em perfeitas condições, resistentes e confortáveis.

Já me aconselharam a deitar fora as meias. Já deram o que tinha a dar, dizem. Mas eu não tenho coragem.

Começo pelos motivos práticos. O mesmo está a acontecer às minhas outras meias, várias delas mais velhas que as da Selecção. Se as deitar todas fora, corro o risco de ficar sem meias. E como não gosto de usar sandálias - só havaianas e estas só as uso ao fim de semana - e não sou como a minha irmã que, se ninguém prestar atenção, usa ténis sem meias, isso complica-me a vida.

Além disso, estamos em crise! Má altura para deitar fora o que quer que seja!

Mas isto não interessa para aquilo que quer dizer. Os motivos que quero frisar são puramente emocionais. Afinal de contas, são as meias da Selecção e apesar de velhas, gastas e rotas eu continuo a usá-las, sobretudo em dias de jogos da Selecção. Estou à espera de poder voltar a Lagos, à tal loja, para comprar um par novo.

O mesmo se passa, de certa forma, com a Selecção Nacional propriamente dita. No último ano perdeu o brilho de outrora, já não é o que era. Apenas seis pontos em cinco jogos, empates atrás de emptes, séries de noventa minutos de sofrimento, de dedos cruzados, de "Corre! Corre!", "Remata!", "Vá lá!" e aqueles marmanjos são incapazes de "enfiar aquele objecto esférico, que parece que se chama "bola", naquela espécie de galinheiro que tem no final do campo, com rede" apesar das boas exibições e do domínio quase total do jogo, palavras de esperança, de confiança, de para-a-próxima-temos-mesmo-de-ganhar mas que convencem cada vez menos...


Tal como me aconselham a deitar fora as meias, também já me aconselham a "deitar fora" a Selecção. Dizem que não vale a pena, que sem-o-Scolari-não-vamos-lá, que estes anos em que fomos uma das melhores selecções do Mundo já acabaram, que eu devia deixar de ligar a isso.


Mas eu não consigo deixar de ligar a isso! Não quero acreditar que a era dourada da Selecção já tenha acabado! Ainda por cima com o (suposto) melhor do Mundo a jogar do nosso lado! Pode lá ser! Eu sou daquelas que nunca perde a fé, que acredita até ao último segundo do prolongamento do último jogo. Enquanto for matematicamente possível, eu acredito.


Por outro lado, confesso que estou farta de acreditar, de apoiar, e ver os marmanjos a falharem outra e outra vez, a não serem capazes de retribuir o apoio que lhes é dado. Não se podem queixar de falta de apoio. O pessoal continua a ir em força aos jogos, apesar de os resultados deixarem muito a desejar. Eles devem-nos imenso. Imenso!


Eu continuo a apoiar apesar de tudo isto, apesar de algumas vezes nem eu própria saiba explicar porquê. Da mesma forma que continuo a usar as minhas meias preferidas. Se a Selecção perder todo o apoio, os jogadores perdem motivação para continuar a lutar, as probabilidades de nos qualificarmos reduzem-se ainda mais. Ou seja, não ganhamos nada ao desistirmos de lhes mostrar que estamos com a Selecção. Da mesma maneira que espero a altura de poder comprar meias novas, também estou à espera, não de substituir a Selecção, mas que esta encontre o caminho e que, um dia, volte ao esplendor de antes.


Esta é uma das razões que me levaram a retomar o blogue, um ano menos um mês depois da minha última entrada. Eu deixei de escrever o blogue porque, se escrevesse, só o faria em altura de jogos da Selecção. Os jogos seguintes eram daí a dois meses (eu sei que jogámos contra as ilhas Faroé em meados de Agosto mas eu estava em férias nesa altura e não tinha acesso fixo à Internet). Eu julgava que, depois de tanto tempo sem ser actualizado, o blogue seria removido. Felizmente não foi, sobreviveu até agora.


Já sentia saudades de escrever cá no blogue, de resto. Custa-me acreditar que já tenha passado um ano desde o Euro 2008. Eu releio as entradas escritas nessa altura e ainda consigo recordar o dia em que escrevi algumas delas, onde estava, que computador utilizei, o que aconteceu nesse dia e nos dias seguintes... Parece tudo tão recente...


Quem diria que, passado uma no, estaríamos num trapézio sem rede em relação à qualificação para o Mundial 2010 e cada vez mais em risco de ver a África do Sul por um canudo, apesar de termos o (suposto) melhor do Mundo a jogar do nosso lado?


Mas isso agora não interessa. Agora, mais do que nunca, a Selecção Nacional precisa do nosso apoio. è cada vez mais difícil mas eu (ainda) acredito na qualificação. Nós, os adeptos, pouco podemos fazer pela qualificação, mas o pouco que fazemos, façamo-lo bem. Os verdadeiros adeptos apoiam o seu clube nos bons e nos maus momentos. O meu clube é a Selecção. Eu sou uma verdadeira adepta. E vocês?